segunda-feira, 7 de maio de 2012

A Paz do Senhor Jesus Irmãos.
Quando abri minha página social do
Facebook, me deparei com a imagem
ao lado, isto encheu meu coração de temor, e desta forma compartilhei a imagem e assim percebi que tantos outros irmãos ficaram admirados com tal feito.
No entanto foram feitos comentários do tipo que não se devia fazer isto, pois esta escrito que ao orarmos deveríamos estar em nosso quarto em secreto com Deus.
Desta forma quero aqui escrever um texto para que a passagem Bíblica de Mateus 6.6, possa ter um significado mais compreendido, aos irmãos que buscam ampliar o conhecimento.

"Senhor, ensina-nos a orar"
Oração Pública e Particular

É certamente entendido por todos que a oração é uma parte essencial da vida do cristão. Se esquecemos de orar, é porque nossas vidas estão muito ocupadas com coisas materiais e precisamos desesperadamente fazer alguma reorganização de nossas prioridades!

Jesus orava freqüentemente em público e em particular. Lucas, especialmente, toma nota da freqüência com a qual nosso Senhor orava. Ele registra sua oração em seu batismo (3:21), no deserto (5:16), antes de indicar os apóstolos (6:12), a sós, longe das multidões (9:18) e na transfiguração (9:28-29). Numa dessas ocasiões, quando Jesus estava orando, seus discípulos lhe pediram que os ensinasse a orar, assim como João tinha ensinado seus discípulos (Lucas 11:1). Nós também precisamos aprender a orar pública e particularmente.

Há elementos comuns na oração pública como na particular. Ambas são dirigidas a nosso Pai que está no céu. Ambas precisam ser em nome de Cristo, isto é, com sua autoridade. Fazer uma oração que não esteja em harmonia com a vontade revelada de Deus é adoração em vão. Alguém disse: "Se você quiser que Deus o ouça quando ora, você precisa ouvir Deus quando ele fala."

Tanto a oração em particular como a pública conterão nossas petições de coisas que necessitamos e agradecimento por bênçãos recebidas. Precisamos orar pelo perdão dos pecados, por seu auxílio e orientação em nossas vidas, e pelas bênçãos físicas que ele nos dá gratuitamente.

Mas há algumas coisas que deveriam ser diferentes em nossas orações públicas e particulares. Jesus ensinou que "...quando orares, entre no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará" (Mateus 6:6).

Jesus não estava ensinando que nunca deveríamos orar onde outros possam nos ver e ouvir. Lembre-se de que ele orava com seus discípulos freqüentemente. Antes, a idéia é que precisamos passar algum tempo a sós, longe das interrupções, em comunhão silenciosa com Deus. Várias vezes as Escrituras mostram nosso Salvador afastando-se das multidões, e mesmo dos discípulos, para estar só com seu Pai, em oração. Marcos registra que ele se levantou cedo, muito antes da aurora, só para que pudesse estar só para orar (Marcos 1:35).

Nós precisamos de um tempo sozinhos para derramarmos nosso coração a Deus. Precisamos orar por necessidades pessoais específicas que não possam ser tão facilmente expressas em público. Necessitamos estar sós para pedir que Deus nos ajude com circunstâncias especiais e problemas pessoais em nossas vidas.

Não há melhor ilustração dessa necessidade do que o exemplo de Jesus no Getsêmani. Lucas nos conta que Jesus retirou-se de seus discípulos "cerca de um tiro de pedra" e orou: "E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra"(Lucas 22:44). Se nosso Salvador precisou de tempo a sós para orar a seu Pai, podem os homens fracos e pecaminosos esperar vencer a tentação sem apelar a Deus em oração?

Como precisamos aprender a orar mais fervorosamente! Muito freqüentemente, nossas orações em particular são como aquelas que ouvimos pronunciadas em público. Oramos com generalidades. Oramos durante alguns poucos minutos e então passamos rapidamente a outras coisas. A oração pública, por natureza, precisa ser mais geral. Por exemplo, quando pedimos perdão de pecados em público, não podemos relacionar os pecados específicos de cada um dos presentes. Estamos dirigindo o grupo em oração e cada um deve orar junto com o dirigente pelos seus próprios pecados. Em particular, contudo, cada um precisa sentir o peso de seus pecados e confessá-los diante de Deus, buscando o seu perdão. Sentenças floreadas e frases feitas que não exigem pensamento e têm pouco significado devem ser evitadas. Hannah More disse: "Oração não é eloqüência, mas sinceridade; não a definição de desamparo, mas o sentimento dele; não figuras de linguagem, mas a sinceridade da alma."

Acima de tudo, precisamos ser fiéis a Deus para que nossas orações, tanto em público como em particular, sejam respondidas. Quando Jesus orava, ele era capaz de dizer: "Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer" (João 17:4). Precisamos glorificar o Pai guardando seus mandamentos. Não podemos esperar que nossas orações sejam respondidas se nossa atitude é como a do sujeito que orava: "Senhor, usa-me em teu serviço, especialmente no serviço de consultor." Aquele que se arremangou e está no trabalho na vinha de Deus é quem conhece o poder e o conforto da oração.

sábado, 24 de março de 2012


CRIANÇAS SABIDAS


Certo dia uma professora perguntou aos alunos
se alguém sabia explicar quem é Deus. Uma das crianças levantou o braço e disse:
- Deus é nosso Pai. Ele fez a Terra e tudo o que
existe nela; também nos fez filhos Dele.
A professora, querendo averiguar melhor o
conhecimento dos alunos foi mais longe:
- Como vocês sabem, que Deus existe,
se nunca o viram?
A classe ficou em silêncio.
Pedro, um menino muito tímido, levantou a mãozinha e respondeu:
- Minha mãe me disse que Deus é como o açúcar do meu leite, que ela prepara todas as manhãs. Eu não vejo o açúcar que está na caneca, mas se ela não adoça o leite, ele fica sem sabor. Deus existe e está sempre no meio de nós. Só que não o vemos. Mas, se ele sair de perto, nossa vida fica sem gosto.
A professora sorriu e disse:
- Muito bem, Pedrinho! Eu lhe ensinei muitas coisas, mas agora foi você quem me ensinou: Deus é o açúcar que todos os dias adoça nossas vidas

domingo, 4 de março de 2012




Brasileiro de São Paulo, nascido em 1988.
Por graça e misericórdia de Deus sou evangélico desde o meu nascimento.
Passei por diferentes igrejas, o que contribuiu para que
eu soubesse, nos dias de hoje, lidar com
os diferentes tipos de doutrina.
Gosto de escrever estudos e reflexões sobre a Bíblia Sagrada, e assim realizar
conversas com os irmãos que têm este mesmo interesse e busca conhecer
mais sobres as escrituras santa.
Fazem 9 anos que prego a palavra e ainda estou aprendendo, com Deus, com meus irmãos... com a vida.
Recentemente gravei meu primeiro DVD, intitulado "Derrubando o Gigante e Conquistando a Vitória", promessa de Deus cumprida em minha vida.
Busco sempre fazer novas amizades, para poder aprender e ensinar na medida
do possível.
Que Deus em Cristo Jesus, vos abençoe.
Diácono Junior

sábado, 11 de fevereiro de 2012


Muitas coisa fazemos como, em um trabalho de formiguinha, uma postagem ali, outra aqui... uma mensagem de esperança ou de despertamento.
É assim que pretendemos trabalhar neste ambiente virtual, fazendo com que, aos poucos, a palavra seja pregada e os visitantes sintam-se
a vontade para partilhar aqui
seus pensamentos, dúvidas e conhecimento sobre a obra de Deus.
Você é nosso convidado para sempre nos visitar e assim
partilhar conosco da experiência que tem com Deus
e assim também conhecer a obra que Deus já realizou nas muitas
vidas que por aqui têm passado.
Deus abençoe a todos
Seu conservo, Diácono Junior
em parceria com a F.A.A. Produções